Como temos conduzido a nossa vida de oração? Orando com um olho
fechado e outro aberto, testando Deus ou de forma pia, crendo nas suas promessas? Acreditemos que as promessas de Deus, são sem arrependimento e que, sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11:6).
Subindo à oração devemos confiar naquele que tudo pode, até fazer-nos
esquecer as guerras do Oriente; a insegurança nas ruas; os escândalos
patrocinados pelos governantes; as secas que provocam fome nos sertões; o
consumo de Droga pela juventude. Confiemos em Deus. Acreditemos que a
necessidade primordial é ficar em contato com Deus, deixando-O agir em
nossa vida. Quando oramos com fé, Deus abre as janelas dos céus. Lutero, orou e Deus o abençoou – eis parte da sua oração numa manhã fria, antes de apresentar a sua defesa perante a Dieta de Worms: “Ó Deus altíssimo e Eterno, quão terrível é este mundo! Quão fraca é a carne e quão poderoso é Satanás! Ó Deus! Ó Deus! Ajuda-me a enfrentar toda sabedoria do mundo, pois esta obra não é minha, mas Tua! A causa é tua, e é uma causa justa e eterna! Ó Senhor, ajuda-me! Fiel e imutável Deus! Tu me escolheste para esta obra, eu bem o sei. Opera então, ó Deus, fica ao meu lado, por amor do Teu
bem amado Jesus Cristo.Amém”.
Ouvi contar de uma senhora que após ler Mateus 7:20 (...em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível.) resolveu testar Deus. Ajoelhou-se mirando um monte que estava à sua frente e orou, pedindo que Deus deslocasse aquele monte para bem distante. Abriu os olhos em direção à serra, nenhuma mudança, o monte estava lá, inteiro, firme, inabalável. Desistiu de orar com um sonoro “eu já sabia...!” O resultado da sua oração não surpreende, porque feita fora do padrão bíblico – (Tg 1:16) “Peça-a com fé, não duvidando”. Por outro lado, sabemos de uma criança que ouvindo falar que os crentes da Comunidade iriam à igreja para a oração, quando pediriam a Deus chuva, pois sofriam com uma estiagem; levou ao Culto um guarda-chuva. Ali foi criticada, pois com tanta sequidão, para quê guarda-chuva? A garota, na sua ingenuidade, mas com fé, argumentou: “ora, nós viemos ao Templo para pedir que Deus mande chuva”; logo Deus nos atenderá. Vou me proteger. Ou será que Jesus estava brincando quando
disse: “Pedi e dar-se-vos-á”?
No Altar da Oração, ao invés de ficar repetindo aquele “Eu já sabia...”, ore
com fé, não duvidando, imitando heróis que fizeram declarações mais arrojadas e cujas vidas servem de exemplo: “Mostra-me a tua glória!” – Moisés; “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de Mim!” – Bartimeu; “Nenhum homem falou como este homem!” – Jo 5:46 – os servidores; E o estribilho dos
Serafins? “Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória!” e Isaías: após ver as belezas de um Culto no Céu, “Eisme aqui, envia-me a mim!”. Que a nossa vida de oração, nos conduza a momentos de muita inspiração e de vitória em Cristo e que nunca usemos o
sonoro refrão – “Eu já sabia...!
Fonte: Igreja Congregacional no Bessa


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